Esta estação integra o percurso Rio Tinto – Caminho da Memória, um trilho interpretativo que convida a descobrir o território através da história, da natureza e da cultura local.


Estação Ferroviária de Rio Tinto
A Estação Ferroviária de Rio Tinto integra a Linha do Minho desde 21 de maio de 1875, embora o edifício original se situasse no lado oposto ao atual.
A ligação ferroviária rapidamente assumiu um papel central no transporte de passageiros e mercadorias, contribuindo para o desenvolvimento económico da região.
Com o aumento do tráfego ferroviário, foram realizadas obras de modernização em 1934, sendo o edifício atual concluído em 1936.
Um dos elementos mais marcantes da estação são os painéis de azulejos policromados, produzidos na Fábrica da Viúva Lamego e pintados por João Alves de Sá.
Nos azulejos exteriores, voltados para a linha, podem observar-se cenas da vida quotidiana local e também representações da batalha entre o rei mouro Abd al Rahman III e o conde Hermenegildo Guterres, episódio associado à Lenda de Rio Tinto.
No edifício anexo encontra-se ainda o galardão cerâmico do 1.º Prémio de 1943 do concurso “Estações Floridas”, que recorda a tradição dos jardins ornamentais que embelezavam muitas estações ferroviárias portuguesas.
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